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Mercado global pressiona preços do café enquanto Brasil redefine destino do conilon

  • Foto do escritor: MKT FG
    MKT FG
  • há 11 horas
  • 1 min de leitura

O mercado internacional de café passa por um momento de forte pressão sobre os preços. Nesta terça-feira (3/2), os contratos futuros do café arábica com vencimento em março registraram queda de 4,85%, sendo cotados a US$ 3,1710 por libra-peso. O motivo principal é a expectativa de colheitas expressivas nos principais países produtores, ampliando a oferta global da commodity.


Mesa de classificação de cafés
Mesa de classificação de cafés

Nesse contexto, o Brasil, maior produtor e exportador de café do mundo, já se prepara para uma mudança estratégica no uso do café conilon (robusta). Segundo o CCCMG (Conselho dos Cafeicultores do Cerrado de Minas Gerais), a partir de 2026, a produção de conilon deverá ser direcionada prioritariamente ao mercado interno.


A indústria brasileira tem aproveitado os preços mais competitivos do conilon para aumentar sua participação nos blends de café torrado e solúvel. Essa movimentação já está em andamento e reflete uma tendência de valorização do abastecimento interno. “Os preços aqui estão mais competitivos do que quando olhamos para as exportações. Mas, claro, se houver alguma janela de oportunidade, com certeza o Brasil vai aproveitar e colocar bastante conilon no mercado internacional”, analisa Magalhães, especialista do CCCMG.


Essa postura reforça a flexibilidade estratégica do setor: ao mesmo tempo em que ajusta a produção ao mercado doméstico, o país segue atento a oportunidades externas vantajosas. Enquanto isso, o café arábica segue pressionado globalmente, com expectativas de oferta abundante e redução nas cotações.


Acompanhar essas movimentações é essencial para quem atua na comercialização de cafés. Em momentos de instabilidade, contar com informação de qualidade e assessoria especializada faz toda a diferença. Fontes: CCCMG, FORBES & Globo Rural

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